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domingo, 29 de março de 2015

Desafios ao auto-controle

AVISO: Este post é contra-indicado para pessoas com dificuldade de segurar sua excitação e menores de 18 por conter informações demais. Você foi avisado, se depois ficar na tentação a culpa NÃO é minha.


quarta-feira, 18 de março de 2015

Meio tenso

Não sei se vou manter esse ritmo de postagem, colocando tantos textos seguidos, mas pelo menos eu tenho material acumulado do tempo em que com os minutos que me sobravam eu escrevia alguma coisa, em geral poesias. Na minha área de trabalho há dois arquivos de TXT com nomes parecidos, um diz Poesias Calorosas e o outro Dolorosas. Hoje vou trazer três do primeiro. Eu falo que fico muito tenso, sou uma pessoa com a cabeça muito imaginativa e facilmente me perco ou em loucura ou em depravação quando não ambos ao mesmo tempo. É muito legal isso, mas como nem sempre dá pra me expressar completamente com ações, eu acabo escrevendo o que tá me pegando. E foi assim que surgiram esses textos...

Propriedade

Quero seu corpo nú
Sua pele sedosa
Seu perfume ardente
Seus seios fartos
e sua boca carnuda

Entrar debaixo dos lençóis
Entre suas pernas
No seu âmago
E te ouvir sussurrar
"Você é meu"

Deitar a cabeça no teu colo
Esfregar minhas mãos em tua barriga
Derramar meu gozo em tuas coxas
E beijar tua boca
Olhando em teus olhos

Dizer que te amo
Que te quero
Que te desejo
Que te anseio
E que para sempre...

Serei teu.

Relaxando

Nos teus braços quero estar
Morder teu pescoço
E entre tuas pernas
Lamentar que não estou

Há muito que me pego
Pensando e imaginando
Como seria contigo deitar
Embalar neste amar

Afago teus cabelos
Sabendo que somos um
Iguais e diferentes
Opostos se atraindo

Você me faz sorrir
Quando vejo teu corpo lindo
No qual quero entrar
Te amo, minha perdição

Pequena Perdição

Arde, consome, queima
Uma chama acesa em meu coração
Tesão incapaz de me conter

Mordo lábios, interior da tua boca
Invado com a língua, conquisto tua alma
Quero acima de tudo tudo só para mim

Abro meus braços para receber
Teu corpo pequeno que se encaixa tão bem
No espaço do meu peito

Minha nanica, tão cheia de curvas
Nas quais derrapo, sem direção
Me perco inteiramente no teu calor

terça-feira, 17 de março de 2015

Bons tempos, mui calientes

É verão, tá quente, mas não é esse calor que estou sentindo. Recentemente recebi a ótima notícia que um conto meu será publicado em uma antologia, e fiquei muito feliz, é o primeiro! O tema é o erotismo, primordial e justo, de causar aquele arrepio na pele e deixar excitado só com as palavras. Eu amei, é tão... tão. Aí percebi que não tinha publicado dessas coisas por aqui, um erro que vou remediar agora. Trago a vocês o mais inédito e também que mais gostei de ter escrito recentemente.
Em tempo... não foi a única seleção que fui aprovado, mas isso é assunto pra outro post!

Para servi-lo e saciá-lo

Ele só observa, sem se denunciar, enquanto suas três noivas fazem suas oferendas, trazendo suas presas até seus pés, onde se banqueteiam sem cerimônia. É tão belo, divino, como poderia ser um pecado se cada uma delas lhe entrega a mais linda das visões? Deus não sabia com quem estava mexendo ao lhe amaldiçoar, esta é a verdade, e ele criou as mais assustadoras e deliciosas mulheres que já caminharam pela Terra desgraçada.
A primeira a chegar foi a morena, trazendo pelas mãos uma vítima jovem e aparentemente virginal, de feições delicadas como de uma nobre, mas o corpo de uma guerreira, marcado pelo trabalho duro no campo. Admirou-se com suas curvas atraentes e moldadas, escondidas sob um manto translúcido. A morena a trouxe até a sua frente e então sentou-se à sua poltrona e fez sua camponesa ocupar um espaço em seu colo, massageando seus seios por sob os panos. Puxou sua cabeça para um beijo, correndo as mãos pelo seu rosto e puxando seus cabelos para trás. Como sempre, a mais impetuosa, a morena deu a ela um último prazer, apertando suas nádegas até colocar seu pescoço para o lado e cravar suas presas. O sangue correu pela pele alva deixando um rastro que a morena seguiu com a língua até abocanhar um dos seios fartos da camponesa.
A seguinte foi a loira, que entrou trazendo pelas mãos um formoso casal mais velho. O homem aparentava seus trinta anos, e a mulher bem mais nova, talvez seus vinte, ambos bem vestidos, apesar da pouca roupa. Pareciam desnorteados, mas foram seduzidos pelos encantos da loira, que os fez se entregarem à paixão em seus corações. Ela sentou ao lado de seu mestre e acariciou a mão dele enquanto olhavam o casal se despindo e então se tocando, mas não muito tempo, logo ela correu para se juntar à eles. Primeiro fez a mulher de recheio do seu abraço, e depois ela própia se entregou, recebendo carícias de ambos. Somente quando estavam próximos do orgasmo é que ela os deitou e, enlaçados, sorveu de ambos, antes fazendo com que a esposa experimentasse o sangue dele.
A última veio montada em um cavalo, acompanhada de um cavaleiro, e a ruiva era a mais bela, mas também a mais séria. Fez seu acompanhante descê-la e então o fez tirar sua armadura para ela lentamente, até estar apenas de roupas de baixo e só então o permitiu tocá-la. Ela o deixou apoiá-la na mesa, de frente para o seu mestre e então ser devorada de quatro, olhando no fundo da íris negra dele, até colocar suas presas de fora e, num movimento rápido, virar seu parceiro e dilacerar seu pescoço, jorrando o líquido precioso.
- Estou satisfeito, minhas queridas... agora venham até mim.
As três se reuniram diante dele e, ajoelhadas perante o seu trono, tiraram os tecidos que cobriam sua cintura revelando seu majestoso membro viril que prontamente apontava para o teto. Elas se juntaram para segurá-lo e dividi-lo, colocando na boca o tanto que cabia, revezando, e enquanto uma se encabia de envolvê-lo com os lábios, outra chupava seus testículos e a terceira brincava com seus mamilos. Quando se cansou disso, o mestre levantou-se e expôndo seus enormes presas, pegou a morena e colocou-a encostada no trono, penetrando-a intensamente. A loira e a ruiva ficaram apenas acompanhando e se tocando até que seu mestre mordeu o próprio lábio e beijou-a, para lhe passar seu sangue.
Depois ele pegou a loira e a colocou para cavalgá-lo enquanto a morena e a ruiva se beijavam ardentemente, apertando seus seios fartos e compartilhando o sangue que tinham nos lábios. Mais uma vez o mestre deixou sua cria aproveitar do seu sangue e então e devolveu, finalmente pegando a ruiva, a qual fez ficar exatamente como o cavalheiro a colocara, mas diferente dele, não foi nada gentil e muito menos cauteloso. Penetrava-a brutalmente, incitando suas duas outras noivas a terminarem o serviço sozinhas, e elas deitaram, apertando-se e também se tocando, enfiando dentro uma da outra tantos dedos quanto aguentavam, mordendo seus seios, de arrancar sangue. A loira, em especial, parecia muito feliz em ter a morena para si.
Quanto enfim estava satisfeito o mestre fez a ruiva se ajoelhar e colocar seu membro dentro de sua boca, tomando dali o glorioso sangue. Cansado, o mestre se recolheu à sua poltrona e convocou seus vassalos que tiraram dali os corpos sem vida. Apreciou suas três noivas por igual e beijando suas mãos fez um gesto para que saíssem na noite e procurassem uma presa para ele. Transformando-se em morcego, o trio embrenhou-se no céu noturno.